domingo, 17 de abril de 2016

"ANJOS DO BEM"

Hoje tenho algo importante a compartilhar, e o faço na primeira pessoa. Deus está me dando uma grande oportunidade de fazer um trabalho que sempre foi o alvo de minha carreira, desde os tempos em que, pela primeira vez, ganhei um programa de rádio, em 1991. Por muito tempo, os programas que apresentei ajudaram muitas pessoas com remédios, roupas; cadeiras de rodas; alimentos; casa; encaminhamento de dependentes químicos a tratamentos em clínicas. 

Eu sempre pensei em que minha profissão poderia ser útil às pessoas, além de apenas comunicar. Me preocupava com algo prático, que mobilizasse, que construísse algo sólido na vida de meus ouvintes. Passar mensagens positivas, mensagens de esperança nem sempre é suficiente. Com o rádio e a televisão, como meios de comunicação, é possível ir além. 

No rádio ou televisão, é muito fácil falar, mas é fácil fazer também. Promover-se é fácil, assim como é fácil promover também. É fácil pedir para si mesmo e seus projetos; fácil também é pedir para os outros. É uma questão de tendência de interesses. Os veículos de comunicação exercem importante poder de influência, pois oferecem grande contrapartida como uma via de mão dupla.

Encontrei recentemente pessoas com as quais dividi esse sonho e apresentei um projeto de programa de televisão. O projeto foi aceito e começamos os trabalhos de produção e articulação.  O nome foi escolhido: "ANJOS DO BEM."

O programa se caracteriza pela Ação Direta de Solidariedade em todas as áreas, não como captador ou tutor de recursos em nome de alguém, mas como suporte de promoção e veiculação de conteúdos que respondam às necessidades das pessoas em várias áreas. Uma via de acesso, com trabalho de articulação entre empresas e instituições. Não se trata apenas de um programa de televisão, mas de um projeto elaborado para promover o bem, a paz e a solidariedade entre pessoas. 

Acredito que o meio de comunicação, seja rádio ou televisão, tem uma grande força para servir de instrumento em favor das pessoas. Se em cada programação, em cada grade das emissoras, fossem separados o "dízimo" como espaço para a prestação de serviço às pessoas, diminuiriam, em muito, as dificuldades e carências de muitas pessoas. Isso eu experimentei no rádio. E sempre deu certo. Na televisão é um outro desafio que espero vencer.