domingo, 23 de outubro de 2016

BOA NOTÍCIA PARA QUEM ESTÁ DOENTE


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quinta-feira, 21 de julho de 2016

FAÇA PARTE DESSE PROJETO COMIGO!

Preciso de 200 amigos meus que me ajudem num projeto literário de motivação que está pronto para publicação e que cada um de meus amigos adquira 10 livretos no valor de R$ 1,40 cada. 

Esse é um projeto que surgiu nesse momento de dificuldade que estou vivendo e que já dura algum tempo, e esse momento de recolhimento me despertou lições importantes de vida e experiência que apresento nesse trabalho. 

Durante muitos anos dediquei minha vida profissional a um projeto que imaginei que duraria um pouco mais, quando ainda estava cheio de motivação e disposição para produzir e continuar sendo útil. Essas experiências acabaram me amadurecendo tornando-me mais crente em determinadas coisas e descrente em outras coisas que me ensinaram verdadeiras. Mas é no confronto com a realidade da vida que algumas crenças se fortalecem, enquanto outras não trazem o efeito que acreditamos que poderiam trazer. 

Atualmente não tenho recursos próprios para investir nas tiragens desses livros. 

Por isso venho pedir de meus amigos essa "compra antecipada" de 10 unidades do livreto que apresento.
O projeto é de uma série de livros, mas pretendo trabalhar com apenas um título no momento e, posteriormente, lançar os demais. 
Os amigos que quiserem me ajudar nesse projeto, adquirindo 10 livretos, no valor total de R$ 14,00 + o envio, agradeço. Entre em contato comigo pelo e-mail: aneloeditora@gmail.com 




sexta-feira, 13 de maio de 2016

O QUE É PAU, O QUE É PEDRA.

Se Deus tivesse aceitado o argumento de Adão de que foi Eva quem o induziu ao erro, Deus teria cometido um erro contra sua própria ordem. 

Existe uma ordem inicial, original, principal, a qual deve reger os nossos atos. Essa ordem é natural na essência do ser humano, independentemente das culturas e do ensino que recebe. Os desajustes emocionais ou espirituais podem estar relacionados ao choque com essa ordem. 
"Ordem" não tem a ver com ensinamentos. Ela é preexistente. É essa ordem que rege a vida e todo o universo. É por ela que se desencadeia o processo da ação e reação. Foi exatamente o afastamento dessa ordem que fez com que, despertando a consciência, Adão sentiu-se culpado e, por isso, buscou uma justificativa para o que tinha feito. O primeiro passo foi encontrar um motivo para o seu ato, atribuindo à mulher a participação em seu erro, acusando-a por tê-lo induzido. Mas ele também não conhecia a ordem? 

Como podemos ser "induzidos" ao erro, se existe uma ordem? Ou o erro é consciente (e por causa disso busca-se advogar a causa, abrindo janelas de escape) ou ele ocorre por uma experiência pessoal nova, pela busca daquilo que não conhecemos, apesar de não haver "nada novo debaixo do sol" que não nos sirva de ensinamento sobre os resultados. 

Mas são as consequências ruins, que nos sinalizam que uma ordem natural foi transgredida. 

Mesmo pelos ensinamentos que recebemos, é através da experiência de vida e as experimentações práticas que executamos, que nos mostram, através dos resultados a curto, médio e longo prazos, se as nossas ações seguiram a ordem que deveria seguir ou se foi desviada pelo caminho. 

Quem poderá dizer que foi induzido ao erro, se é senhor de suas escolhas, no pleno exercício de sua capacidade mental, com o senso do bem e do mal? 

Afinal de contas, não há um "castigo" que pode ser operado contra nós, que não aquele proveniente do não cumprimento ao que nos foi apresentado como um princípio. 



sábado, 30 de abril de 2016

O MACACO DO CIRCO USAVA SHORT

Lembro-me que o short de nylon virou uma "febre" nos anos 80. O sonho de consumo de uma criança pobre, era vestir um short de nylon, porque passou a ser uma "curtição", algo que estava na moda. 

Certa vez, um carro de propaganda de um circo que havia sido montado num bairro carente, levava a reboque uma jaula com o macaco "Joel", a atração do evento. E lá passava o macaco, vestido com um short de nylon. 
Muitas crianças comentaram: "Puxa, o macaco tem um short de nylon, e eu não tenho."

Haveria, porventura, alguma criança em cuja cabeça passou a ideia de fazer mal ao macaco para roubar-lhe o short? E a notícia de que alguém foi atacado por causa de um tênis novo? E aquela garota da escola que desfigurou o rosto de sua colega por achá-la bonita demais?

É muito comum para quem é "bombardeado" por apelos consumistas, desejar aquilo que não tem. Apesar de aquelas crianças não terem um short de nylon, elas não estavam nuas. 


A educação exerce um papel muito importante para ampliar a visão das pessoas sobre questões que se resumem na supervalorização de um fato isolado, de importância não tão relevante em sua essência, mesmo que para a "vaidade" seja importante.
Eu sempre rejeitei a ideia que ouvia no passado, quando em certas discussões entre colegas de escola, ou em conversas de alguns adultos, que diziam: "O banco foi assaltado? Não tem problema. Os banqueiros tem muito dinheiro!" O mesmo argumento ocorria quando algum rico era roubado ou sequestrado: "Pelo menos ele é rico. Tem muito dinheiro."
Eu não aceitava esse olhar, porque não conseguia considerar a posse do assaltado, mas o crime cometido. 
Parece que esse mesmo argumento é usado, por exemplo, quando um pobre é levado à delegacia policial após furtar algo para comer. A necessidade do pobre é colocada como uma justificativa para o "crime" e, parece que quando há um motivo forte para o crime, ele se torna menos crime. Se existe uma boa justificativa, o crime é mais aceitável. 

Uma sociedade que assume esse olhar como um fim para combater as diferenças sociais, aquecendo as lutas de classes pelo ódio, pela força bruta, pelas invasões, ou por qualquer tipo de ação movida por um sentimento de necessidade, inveja ou ambição sobre objetos ou coisas que pertencem ao outro, ou que justifica esses atos por uma necessidade básica, é despida de valores que são capazes de refrear os impulsos animalescos da sobrevivência. Por outro lado, a solidariedade, o compartilhamento, o olhar fraterno dos maiores sobre os menores não advém de uma imposição, mas de um alcance espiritual que supera as escalas de discussões no âmbito de políticas que apregoam a justiça social que sustenta essa celeuma. Sem o alcance individual dessa escala espiritual elevada, os que detém bens, se tornam tão animalescos para defender suas posses, assim como os que anseiam esses bens atacam para possuir o que pertence ao outro. 

Toda discussão política que se resume em lutas de classes, sem um sistema educacional que leve o indivíduo a entender que o compartilhamento, a solidariedade, o amor ao próximo, o respeito às coisas alheias, o limite dos direitos, tende a se aniquilar nas lutas armadas e na arregimentação do ódio, do rancor que leva o ser humano para a escala mais baixa que se pode alcançar. O que poderá mudar a história, não é a força da lei que obriga os homens amarem uns aos outros, mas a força do próprio amor. 
   

domingo, 17 de abril de 2016

"ANJOS DO BEM"

Hoje tenho algo importante a compartilhar, e o faço na primeira pessoa. Deus está me dando uma grande oportunidade de fazer um trabalho que sempre foi o alvo de minha carreira, desde os tempos em que, pela primeira vez, ganhei um programa de rádio, em 1991. Por muito tempo, os programas que apresentei ajudaram muitas pessoas com remédios, roupas; cadeiras de rodas; alimentos; casa; encaminhamento de dependentes químicos a tratamentos em clínicas. 

Eu sempre pensei em que minha profissão poderia ser útil às pessoas, além de apenas comunicar. Me preocupava com algo prático, que mobilizasse, que construísse algo sólido na vida de meus ouvintes. Passar mensagens positivas, mensagens de esperança nem sempre é suficiente. Com o rádio e a televisão, como meios de comunicação, é possível ir além. 

No rádio ou televisão, é muito fácil falar, mas é fácil fazer também. Promover-se é fácil, assim como é fácil promover também. É fácil pedir para si mesmo e seus projetos; fácil também é pedir para os outros. É uma questão de tendência de interesses. Os veículos de comunicação exercem importante poder de influência, pois oferecem grande contrapartida como uma via de mão dupla.

Encontrei recentemente pessoas com as quais dividi esse sonho e apresentei um projeto de programa de televisão. O projeto foi aceito e começamos os trabalhos de produção e articulação.  O nome foi escolhido: "ANJOS DO BEM."

O programa se caracteriza pela Ação Direta de Solidariedade em todas as áreas, não como captador ou tutor de recursos em nome de alguém, mas como suporte de promoção e veiculação de conteúdos que respondam às necessidades das pessoas em várias áreas. Uma via de acesso, com trabalho de articulação entre empresas e instituições. Não se trata apenas de um programa de televisão, mas de um projeto elaborado para promover o bem, a paz e a solidariedade entre pessoas. 

Acredito que o meio de comunicação, seja rádio ou televisão, tem uma grande força para servir de instrumento em favor das pessoas. Se em cada programação, em cada grade das emissoras, fossem separados o "dízimo" como espaço para a prestação de serviço às pessoas, diminuiriam, em muito, as dificuldades e carências de muitas pessoas. Isso eu experimentei no rádio. E sempre deu certo. Na televisão é um outro desafio que espero vencer. 

sexta-feira, 8 de abril de 2016

"O CORRUPTO HONESTO"

Desde os tempos em que Jesus esteve em missão na terra em sua forma humana, o mundo vivia em trevas. Porém, a luz que Ele veio trazer, não era uma luz física, essa que vemos acender quando chega a noite. Jesus trouxe a luz do entendimento. E era esse entendimento que fazia as pessoas mudarem de atitude.

A corrupção imperava também desde aqueles tempos, não apenas, como alguns defendem hoje em dia, que a corrupção no Brasil, por exemplo, vem desde os tempos do descobrimento, em que os índios foram explorados por mercadores inescrupulosos.
A discriminação e racismo também era algo real, e até Cristo passou por isso quando disseram a seu respeito: "Pode vir alguma coisa boa do norte?" (João 1:46). O fato, por exemplo, de Jesus ter conversado com uma Samaritana foi uma maneira de quebrar o preconceito. Judeus e samaritanos não se davam bem. 
Discriminação entre ricos e pobres foi muito bem exemplificada no caso da viúva pobre que deu suas moedinhas, a única coisa que tinha, sob os olhares daqueles que se achavam em melhores condições (Lucas 21).

Um dos fatos clássicos descritos nos evangelhos refere-se a Zaqueu. O relato bíblico afirma que ele era um funcionário público, cobrador de impostos ilegais e extorquia pessoas. Desde aquela época, a corrupção era mal vista pelo povo. E qual a razão disso? A razão é que, todo ser humano, em sua essência, sabe o que não está certo. Uma criança sabe quando está sendo trapaceada numa brincadeira, sem ao menos alguém dizer isso a ela. No momento que alguém se torna prejudicado por ação de uma outra pessoa, alguma coisa errada está acontecendo. 
Para defender-se da verdade que desperta sua mente para o erro que comete, alguns acabam pegando carona na mentira, sempre que quer fugir de algo que interfere em seus interesses. 
Jesus colocou sua reputação em risco quando, no meio da multidão, olhou para o corrupto Zaqueu, ordenou-o a descer da árvore e prometeu ir em sua casa depois de encerrar seu expediente. Diante da multidão que conhecia a fama de Zaqueu, qual teria sido a reação da turba? 
Zaqueu, ao encontro de Jesus, começou a mudar de vida porque ele entendeu a luz.

Zaqueu prometeu a Jesus que devolveria quadruplicadamente tudo o que havia defraudado (roubado) do povo. Zaqueu foi um corrupto honesto. Honesto por reconhecer que era corrupto. Honesto por entender que deveria devolver o que havia roubado.

Honestidade é como aquele pensamento que tenta nos corrigir sempre que imaginamos fazer algo errado, mesmo uma criança em seu joguinho com os colegas. Não dar ouvidos a essa luz que pisca dentro de nossa mente, é passar por cima da oportunidade que temos de nos tornarmos pessoas melhores e honestas, primeiramente conosco.   Honestidade não é apenas pagar o que deve. Honestidade é ser verdadeiro. Dizer sim, quando sim. Não, quando não. É reconhecer os próprios limites. É dizer que pode, quando pode; que não pode, quando não pode. Sob o aspecto da "inteligência emocional", muitos são levados a dizer com outras palavras aquilo que sentem, sem chocar as pessoas. Mas a verdade é clara. Se não estamos preparados para a honestidade do outro, jamais estaremos preparados para sermos honestos. 

O encontro de Zaqueu com Jesus o ajudou a mudar de vida, de praticar aquilo que sabia que era correto, mas que as repetições de seus feitos o faziam enraizar-se ainda mais na corrupção. Ele cortou a corrente no momento que reconheceu e mudou de atitude. 
Nem sempre podemos devolver aquilo que roubamos do nosso próximo. Ninguém poderá devolver uma vida que tirou; fechar as feridas de uma agressão. O arrependimento nem sempre é aceito quando não podemos repor o que fizemos o outro perder. Mas essa questão entra numa outra esfera que não podemos entrar. A nossa parte é reconhecer e mudar; pedir perdão, sentir pesar pelo que praticamos e nos sentir perdoados, mesmo que nãos sejamos aceitos pelo outro. Nos sentimentos do outro a nosso respeito jamais podemos interferir. A nossa parte é nos converter do mau caminho e os frutos falarão por si. 

quinta-feira, 7 de abril de 2016

ERRAR É HUMANO. ARREPENDER-SE É DIGNO!

O vereador Valdemir Soares, que também é pastor, (PRB) afirmou que vai renunciar ao cargo na Câmara Municipal de Curitiba. Em entrevista à RICTV, ele disse que está preparando a renúncia e que vai apresentá-la. “Estou preparando a carta de renúncia”, afirmou Valdemir Soares. Ele foi flagrado votando em lugar de uma vereadora numa sessão da Câmara Municipal. 

Uma pessoa jamais poderia ser avaliada por atos isolados, por questões circunstanciais de um momento, mas é assim que aprendemos. Aprendemos a criticar quem se arrepende e, por vezes, somos tentados a achar que o arrependimento não foi espontâneo, mas pela força da pressão externa depois do fato ser divulgado. Não somos Deus para julgar as intenções de quem quer que seja. O que deve ser considerado é apenas o ato, aquilo que observamos, vemos e até percebemos, de acordo com o nosso juízo de valor, considerando que nem sempre, o nosso juízo de valor é a base da verdade e da justiça.

O que é estranho é uma pessoa continuar se defendendo, legislando em causa própria, usando todos os artifícios e artimanhas escudada por um poder conquistado para desvencilhar-se de acusações comprovadamente atestada por graves indícios ou até mesmo provas.  

Honestidade, sem dúvida, é também reconhecer os erros, admiti-los e repará-los. Vivemos num momento da história em que a tentativa de mostrar que todos tem razão por seus erros pelo fato de todos serem errantes em algum setor da vida. Esse reconhecimento, pelo contrário, não imuniza a ninguém por seus atos falhos, mas aumenta sua responsabilidade, ao mesmo tempo em que indica que tal errante comete seus erros deliberadamente.  
Há muitos defendendo a Democracia, sem o mínimo de hombridade, decência e honra. 

Errar é humano sim. Mas sua reincidência acende o sinal amarelo. Há aqueles que cometem erros por ignorância. Mas há outros que se especializam nesse quesito. As leis são usadas para que, por meio do conhecimento de seus artigos, sejam costurados meios para não ser atingido por sua punição. Os atos de corrupção repetitivos que formam uma grande cadeia de importantes dimensões, sim, devem ser vistos como uma questão de caráter de quem os pratica. 
Antes de criticar aquele que se arrepende e aceita as determinações da lei sobre seus delitos, é importante observar aqueles que, deliberadamente tem feito o caminho inverso, ao criticar a justiça, a pôr em dúvida a lei e caçoar da verdade. Para esses, pode ser que não haja perdão, porque não se consideram transgressores. A arrogância e gana pelo poder, faz com que o pensar em si mesmo e em seus projetos de vida estão acima dos interesses a que seus cargos determinam. Todos erram, sim, e podem errar, porque essa é uma tendência de todo ser humano. Mas diante dos erros não arrepender-se, renunciando-o torna o ser humano indigno.